WEBINAR: Identificar e tratar o doente em 2L não candidato a CAR-T

Identificar e tratar o doente em 2L não candidato a CAR-T

24 setembro 2025

Formato: Webinar

O webinar “Identificar e tratar o doente em 2L não candidato a CAR-T” decorre no dia 24 de setembro, às 18h, e reúne especialistas nacionais para discutir os desafios no tratamento destes doentes.

A sessão abordará a identificação de doentes não candidatos a CAR-T, as diferentes opções terapêuticas disponíveis em segunda linha e o papel do MINJUVI® como novo standard of care, contando ainda com um painel de discussão interativo e espaço para perguntas e respostas.

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ABSTRACTS

Prazo de submissão: 23h59 de 00 de mês de 2024

CASOS CLÍNICOS E E-POSTERS
Os trabalhos serão submetidos sob a forma de resumo.
Não dispensa inscrição no evento.

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▼ Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Pede-se aos profissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas.

2L, segunda linha

 

▼ Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. NOME DO MEDICAMENTO: MINJUVI 200 mg pó para concentrado para solução para perfusão. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Um frasco para injetáveis de pó contém 200 mg de tafasitamab. Após a reconstituição, cada ml de solução contém 40 mg tafasitamab. Tafasitamab é um anticorpo monoclonal humanizado específico de CD19 da subclasse de imunoglobulina G (IgG) produzido em células de mamíferos (ovário de hamster chinês) por tecnologia de ADN recombinante. Excipiente com efeito conhecido: Cada frasco para injetáveis de MINJUVI contém 7,4 mg de sódio. FORMA FARMACÊUTICA: Pó para concentrado para solução para perfusão (pó para concentrado). Pó liofilizado branco a ligeiramente amarelado. INFORMAÇÕES CLÍNICAS: Indicações terapêuticas: MINJUVI é indicado em combinação com lenalidomida, seguido por monoterapia com MINJUVI para o tratamento de doentes adultos com linfoma difuso de grandes células B (LDGCB) recidivante ou refratário que não são elegíveis para transplante autólogo de células estaminais (TACE). Posologia e modo de administração: MINJUVI tem de ser administrado por um profissional de saúde com experiência no tratamento de doentes com cancro. Pré-medicação recomendada: Deve ser administrada uma pré-medicação para reduzir o risco de reações relacionadas com a perfusão 30 minutos a 2 horas antes da perfusão de tafasitamab. Para doentes que não tenham reações relacionadas com a perfusão durante as primeiras 3 perfusões, a pré-medicação é opcional para as perfusões subsequentes. A pré-medicação pode incluir antipiréticos (por exemplo, paracetamol), bloqueadores do recetor H1 da histamina (por exemplo, difenidramina), bloqueadores do recetor H2 da histamina (por exemplo, cimetidina), ou glucocorticoides (por exemplo, metilprednisolona). Tratamento de reações relacionadas com a perfusão: Se ocorrer uma reação relacionada com a perfusão (Grau 2 e superior), a perfusão deve ser interrompida. Além disso, o tratamento médico adequado de sintomas deve ser iniciado. Depois dos sinais e sintomas estarem resolvidos ou reduzidos para Grau 1, pode ser retomada a perfusão de MINJUVI a uma velocidade de perfusão reduzida. Se um doente teve uma reação relacionada com a perfusão de Grau 1 a 3, deve ser administrada pré-medicação antes das perfusões subsequentes de tafasitamab. Posologia: A dose recomendada de MINJUVI é de 12 mg por kg de peso corporal administrada como uma perfusão intravenosa de acordo com o seguinte esquema: Ciclo 1: perfusão nos dias 1, 4, 8, 15 e 22 do ciclo. Ciclos 2 e 3: perfusão nos dias 1, 8, 15 e 22 de cada ciclo. Ciclo 4 até progressão da doença: perfusão nos dias 1 e 15 de cada ciclo. Cada ciclo tem 28 dias. Além disso, os doentes devem autoadministrar as cápsulas de lenalidomida na dose inicial recomendada de 25 mg diariamente nos dias 1 a 21 de cada ciclo. A dose inicial e a dosagem subsequente podem ser ajustadas de acordo com o Resumo das Características do Medicamento (RCM) da lenalidomida. A associação de MINJUVI mais lenalidomida é administrada até doze ciclos. O tratamento com lenalidomida deve ser interrompido após um máximo de doze ciclos de associação terapêutica. Os doentes devem continuar a receber perfusões de MINJUVI como agente único nos dias 1 e 15 de cada ciclo de 28 dias, até progressão de doença ou toxicidade inaceitável. Modificações da dose: A informação abaixo fornece modificações de dose no caso de reações adversas. Para modificações de dose relativamente à lenalidomida, consulte também o RCM da lenalidomida. Modificações da dose no caso de reações adversas: Reações relacionadas com a perfusão: Grau 2 (moderada): Interromper imediatamente a perfusão de MINJUVI e gerir sinais e sintomas. Depois da resolução ou redução dos sinais e sintomas para Grau 1, retomar a perfusão de MINJUVI a não mais do que 50% da taxa a que ocorreu a reação. Se o doente não tiver mais reações no prazo de 1 hora e os sinais vitais forem estáveis, a taxa de perfusão pode ser aumentada a cada 30 minutos conforme tolerância, até à taxa a que ocorreu a reação. Grau 3 (grave): Interromper imediatamente a perfusão de MINJUVI e gerir sinais e sintomas. Depois da resolução ou redução dos sinais e sintomas para Grau 1, retomar a perfusão de MINJUVI a não mais do que 25% da taxa a que ocorreu a reação. Se o doente não tiver mais reações no prazo de 1 hora e os sinais vitais forem estáveis, a taxa de perfusão pode ser aumentada a cada 30 minutos conforme tolerância até um máximo de 50% da taxa a que ocorreu a reação. Se após repetição de tratamento a reação voltar a ocorrer, parar imediatamente a perfusão. Grau 4 (potencialmente fatal): Parar imediatamente a perfusão e descontinuar permanentemente MINJUVI. Mielossupressão: Contagem de plaquetas inferior a 50.000/µl: Suspender MINJUVI e a lenalidomida e monitorizar o hemograma completo semanalmente, até que a contagem de plaquetas seja igual ou superior a 50.000/µl. Retomar MINJUVI na mesma dose e a lenalidomida numa dose reduzida se a contagem de plaquetas regressar a ≥ 50.000/µl. Consultar o RCM da lenalidomida para modificações da dosagem. Contagem de neutrófilos inferior a 1.000/µl durante, pelo menos, 7 dias ou Contagem de neutrófilos inferior a 1.000/µl com um aumento da temperatura corporal para 38°C ou superior ou Contagem de neutrófilos inferior a 500/µl: Suspender MINJUVI e a lenalidomida e monitorizar o hemograma completo semanalmente até que a contagem de neutrófilos seja 1.000/µl ou superior. Retomar MINJUVI na mesma dose e a lenalidomida numa dose reduzida se a contagem de neutrófilos regressar a ≥ 1.000/µl. Consultar o RCM da lenalidomida para modificações de dosagem. Populações especiais: População pediátrica: A segurança e eficácia de MINJUVI em crianças com menos de 18 anos não foram estabelecidas. Não existem dados disponíveis. Idosos: Não é necessário ajuste da dose em doentes idosos (≥ 65 anos). Compromisso renal: Não é necessário ajuste da dose em doentes com compromisso renal ligeiro ou moderado. Não existem dados para se efetuarem recomendações de dosagem em doentes com compromisso renal grave. Compromisso hepático: Não é necessário qualquer ajuste da dose para doentes com compromisso hepático ligeiro. Não existem dados para se efetuarem recomendações de dosagem em doentes com compromisso hepático moderado ou grave. Modo de administração: MINJUVI destina-se a utilização por via intravenosa após reconstituição e diluição. Para a primeira perfusão do ciclo 1, a taxa de perfusão intravenosa deve ser de 70 ml/h para os primeiros 30 minutos. Depois disso, a taxa deve ser aumentada de modo a concluir a primeira perfusão dentro de um período de 2,5 horas. Todas as perfusões subsequentes devem ser administradas num período de 1,5 a 2 horas. No caso de reações adversas, considerar as modificações de dose recomendadas fornecidas acima. MINJUVI não pode ser coadministrado com outros medicamentos através da mesma linha de perfusão. MINJUVI não pode ser administrado por injeção intravenosa rápida ou bólus. Para instruções acerca da reconstituição e diluição do medicamento antes da administração, ver RCM completo. Contraindicações: Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes. Efeitos indesejáveis: Resumo do perfil de segurança: As reações adversas mais frequentes são: infeções (73%), neutropenia (51%), astenia (40%), anemia (36%), diarreia (36%), trombocitopenia (31%), tosse (26%), edema periférico (24%), pirexia (24%), diminuição do apetite (22%). As reações adversas graves mais frequentes foram infeção (26%) incluindo pneumonia (7%), e neutropenia febril (6%). Ocorreu descontinuação permanente do tafasitamab devido a reações adversas em 15% dos doentes. As reações adversas mais frequentes que levaram a descontinuação permanente do tafasitamab foram infeções e infestações (5%), doenças do sistema nervoso (2,5%), e doenças respiratórias, torácicas e do mediastino (2,5%). A frequência da modificação ou interrupção da dose devido a reações adversas foi de 65%. As reações adversas mais frequentes que levaram a interrupção do tratamento com tafasitamab foram doenças do sangue e do sistema linfático (41%). Lista tabelada das reações adversas: As reações adversas comunicadas em ensaios clínicos são enumeradas segundo as classes de sistemas de órgãos da base de dados MedDRA e por frequência. A frequência de reações adversas baseia-se no ensaio principal de Fase 2 MOR208C203 (L-MIND) com 81 doentes. Os doentes foram expostos ao tafasitamab durante uma mediana de 7,7 meses. As frequências das reações adversas de ensaios clínicos são baseadas em frequências de acontecimentos adversos por todas as causas, onde uma proporção dos acontecimentos para uma reação adversa pode ter outras causas para além do medicamento, tais como a doença, outros medicamentos ou causas não relacionadas. As frequências são definidas como: muito frequentes (≥ 1/10); frequentes (≥ 1/100, <1/10); pouco frequentes (≥ 1/1.000, <1/100); raras (≥ 1/10.000, <1/1.000); muito raras (< 1/10.000); desconhecido (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis). Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas são apresentadas por ordem decrescente de gravidade. Reações adversas em doentes com LDGCB recidivante ou refratário que receberam tafasitamab no ensaio clínico MOR208C203 (L-MIND): Infeções e infestações: Muito frequentes: infeções bacterianas, virais e fúngicas+, incluindo infeções oportunistas com resultados fatais (por exemplo, aspergilose broncopulmonar, bronquite, pneumonia e infeção do trato urinário). Frequentes: sépsis (incluindo sépsis neutropénica). Neoplasias benignas malignas e não especificadas (incl. quistos e pólipos): Frequentes: carcinoma basocelular. Doenças do sangue e do sistema linfático: Muito frequentes: neutropenia febril+, neutropenia+, trombocitopenia+, anemia, leucopenia+. Frequentes: linfopenia. Doenças do sistema imunitário: Frequentes: hipogamaglobulinemia. Doenças do metabolismo e da nutrição: Muito frequentes: hipocaliemia, apetite diminuído. Frequentes: hipocalcemia, hipomagnesiemia. Doenças do sistema nervoso: Frequentes: cefaleia, parestesia, disgeusia. Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: Muito frequentes: dispneia, tosse. Frequentes: exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crónica, congestão nasal. Doenças gastrointestinais: Muito frequentes: diarreia, obstipação, vómitos, náuseas, dor abdominal. Afeções hepatobiliares: Frequentes: hiperbilirrubinemia, aumento das transaminases (inclui ALT e/ou AST aumentada), gamaglutamiltransferase aumentada. Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: Muito frequentes: erupção na pele (inclui diferentes tipos de erupção na pele, por ex., erupção na pele, erupção na pele maculopapular, erupção na pele pruriginosa, erupção na pele eritematosa). Frequentes: prurido, alopecia, eritema, hiperidrose. Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos: Muito frequentes: dor nas costas, espasmos musculares. Frequentes: artralgia, dor nas extremidades, dor musculoesquelética. Doenças renais e urinárias: Frequentes: aumento da creatinina no sangue. Perturbações gerais e alterações no local de administração: Muito frequentes: astenia++, edema periférico, pirexia. Frequentes: inflamação das mucosas. Exames complementares de diagnóstico: Frequentes: peso diminuído, aumento da proteína C-reativa. Complicações de intervenções relacionadas com lesões e intoxicações: Frequentes: reações relacionadas com a perfusão. (+São disponibilizadas mais informações sobre esta reação adversa no texto a seguir. ++A astenia inclui astenia, fadiga e mal-estar. Em comparação com as incidências na associação terapêutica com lenalidomida, as incidências de reações adversas não hematológicas na monoterapia com tafasitamab diminuíram, pelo menos, 10% para diminuição de apetite, astenia, hipocaliemia, obstipação, náuseas, espasmos musculares, dispneia e aumento da proteína C-reativa.) Descrição de reações adversas selecionadas: Mielossupressão: O tratamento com tafasitamab pode causar mielossupressão grave ou severa, incluindo neutropenia, trombocitopenia e anemia. No estudo L-MIND, ocorreu mielossupressão (ou seja, neutropenia, neutropenia febril, trombocitopenia, leucopenia, linfopenia ou anemia) em 65,4% dos doentes tratados com tafasitamab. A mielosupressão foi tratada através da redução ou interrupção da lenalidomida, interrupção do tafasitamab e/ou administração de G-CSF. A mielosupressão levou à interrupção do tafasitamab em 41% dos casos e à descontinuação do tafasitamab em 1,2% dos casos. Neutropenia/neutropenia febril: A incidência de neutropenia foi de 51%. A incidência de neutropenia de Grau 3 ou 4 foi de 49% e de neutropenia febril de Grau 3 ou 4 foi de 12%. A mediana da duração de qualquer reação adversa de neutropenia foi de 8 dias (intervalo 1 – 222 dias); a mediana do tempo até início da primeira ocorrência de neutropenia foi de 49 dias (intervalo 1 – 994 dias). Trombocitopenia: A incidência de trombocitopenia foi de 31%. A incidência de trombocitopenia de Grau 3 ou 4 foi de 17%. A mediana da duração de qualquer reação adversa de trombocitopenia foi de 11 dias (intervalo 1 – 470 dias); a mediana do tempo até início da primeira ocorrência de trombocitopenia foi de 71 dias (intervalo 1 – 358 dias). Anemia: A incidência de anemia foi de 36%. A incidência de anemia de Grau 3 ou 4 foi de 7%. A mediana da duração de qualquer reação adversa de anemia foi de 15 dias (intervalo 1 – 535 dias); a mediana do tempo até início da primeira ocorrência de anemia foi de 49 dias (intervalo 1 – 1.129 dias). Quando doentes no estudo L-MIND mudaram de tafasitamab e lenalidomida na fase de associação terapêutica para tafasitamab isolado na fase de monoterapia prolongada, as incidências de acontecimentos hematológicos diminuíram, pelo menos, 20% para neutropenia, trombocitopenia e anemia; não foram notificadas quaisquer incidências de neutropenia febril com a monoterapia com tafasitamab. Infeções: No estudo L-MIND, ocorreram infeções em 73% dos doentes. A incidência de infeções de Grau 3 ou 4 foi de 28%. As infeções de Grau 3 ou superior mais frequentemente notificadas foram pneumonia (7%), infeções do trato respiratório (4,9%), infeções do trato urinário (4,9%) e septicemia (4,9%). A infeção foi fatal em < 1% dos doentes (pneumonia) no prazo de 30 dias do último tratamento. O tempo mediano até ao início da infeção de Grau 3 ou 4 foi 62,5 dias (4 – 1014 dias). A mediana da duração de qualquer infeção foi de 11 dias (1 – 392 dias). São fornecidas recomendações para a gestão de infeções na secção 4.4 do RCM. A infeção levou à interrupção da dose de tafasitamab em 27% dos casos e à descontinuação do tafasitamab em 4,9% dos casos. Reações relacionadas com a perfusão: No estudo L-MIND, ocorreram reações relacionadas com a perfusão em 6% dos doentes. Todas as reações relacionadas com a perfusão foram de Grau 1 e resolveram-se no dia da ocorrência. Oitenta por cento (80%) destas reações ocorreram durante o ciclo 1 ou 2. Os sintomas incluíram arrepios, rubor, dispneia e hipertensão. Imunogenicidade: Em 245 doentes tratados com tafasitamab, não foram observados anticorpos anti-tafasitamab potenciados pelo tratamento ou emergentes do tratamento. Foram detetados anticorpos anti-tafasitamab preexistentes em 17/245 doentes (6,9%) sem qualquer impacto na farmacocinética, eficácia ou segurança do tafasitamab. Populações especiais: Idosos: Entre 81 doentes tratados no estudo L-MIND, 56 (69%) doentes tinham mais de 65 anos de idade. Os doentes com mais de 65 anos de idade tiveram uma incidência numericamente superior de acontecimentos adversos emergentes do tratamento (AAET) graves (55%) comparativamente aos doentes com idade igual ou inferior a 65 anos (44%). Data de revisão: setembro 2024. Medicamento de receita médica restrita, de utilização reservada a certos meios especializados. Medicamento aprovado por avaliação prévia ao abrigo do DL 97/2015, de 1 de junho, na sua redação atual: em combinação com lenalidomida, seguido por monoterapia com Minjuvi para o tratamento de doentes adultos com linfoma difuso de grandes células B (LDGCB) recidivante ou refratário que não são elegíveis para transplante autólogo de células estaminais (TACE) e que não têm acesso a tratamento com células CAR-T. Titular de Autorização de Introdução no Mercado: Incyte Biosciences Distribution B.V. Para mais informações deverá contactar o representante do titular de AIM: Incyte Biosciences Distribution B.V.

PT/MJVI/P/25/0026